Os Protagonistas do SPE em Morada Nova
7 de Setembro 2010
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Caderneta de Saúde do/da Adolescente
Entenda as diferenças entre pedofilia e violência sexual
Em sua origem grega, a palavra pedofilia significa "amar ou gostar de
crianças", sem nenhum significado patológico. De acordo com estudiosos, o
termo pedófilo surge como adjetivo no final do século 19, em referência
à atração de adultos por crianças ou à prática efetiva de sexo com
meninos ou meninas.
Atualmente, o termo é usado de forma corrente para qualquer referência a ato sexual com crianças e adolescentes, desde a fantasia e o desejo enrustidos até a exploração comercial, passando pela pornografia infantil e a realização de programas com crianças e adolescentes. O assédio, a pornografia, o abuso, o programa e a exploração comercial estão tipificados na legislação penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O uso comum, no entanto, confunde crime com doença.
Não se pode, por exemplo, fazer uma lei contra a cleptomania (o impulso doentio de roubar), mas a lei prevê punições para roubos e furtos. Da mesma forma, não é possível punir a pedofilia (o desejo), porém a lei estabelece pena para a prática de violência sexual, diza o diretor-presidente da SaferNet Brasil (organização não governamental que desenvolve pesquisas e ações de combate à pornografia infantil na internet), Thiago Tavares.
A coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Leila Paiva, afirma que a pedofilia deve ser vista como uma doença, um problema na área de saúde. "Não significa que o pedófilo é criminoso", diz.
"Confunde-se muito o crime de abuso sexual com a pedofilia. A pedofilia é um diagnóstico clínico, não é um diagnóstico de atos de crimes. O sujeito pode ser um pedófilo e nunca chegar a encostar a mão em uma criança", afirma a psicóloga Karen Michel Esber.
Ex-coordenadora do Programa de Atendimento ao Autor de Violência à Sexualidade de Goiânia, a psicóloga chama a atenção para o risco de confusão no senso comum. "Da mesma forma que é possível que um pedófilo não pratique qualquer abuso sexual, os que efetivamente cometeram abuso sexual podem não se enquadrar no diagnóstico da pedofilia", diz.
Para Maria Luiza Moura Oliveira, psicóloga social do mesmo programa, há uma "pedofilização" dos abusos cometidos contra menores. "O abusador sexual não é necessariamente pedófilo. A doença não traduz toda a relação de violação de direitos contra as crianças. A pedofilia é um pedaço da história. Acontece independentemente de ter pedofilia ou não", afirma.
A historiadora e socióloga Adriana Miranda, que participou por mais de dois anos de um projeto de pesquisa e extensão da Universidade Federal de Roraima sobre violência sexual contra crianças e adolescentes, afirma que a pessoa que se diz pedófila em julgamento pode fazer isso como estratégia de defesa. "Isso, no entanto, não impede que a pessoa tenha que ser punida", diz.
O secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito Rodrigues dos Santos, também tem essa preocupação. "Há uma tendência em transformar todos os casos de pedofilia em doença mental. Eu quero alertar para o perigo disso. Muitos são conscientes e muitos têm problema. É preciso distinguir uma coisa da outra na hora de estabelecer a responsabilização", afirma.
Para a médica psiquiatra Lia Rodrigues Lopes, do Hospital Universitário de Brasília, mesmo que a pedofilia seja considerada doença, há entendimento de que o problema não impede que "a pessoa tenha discernimento quanto ao certo e ao errado e que, portanto, possa tomar medidas para prevenir esse comportamento".
Entenda a diferença:
Pedofilia: consta na Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) e diz respeito aos transtornos de personalidade causados pela preferência sexual por crianças e adolescentes. O pedófilo não necessariamente pratica o ato de abusar sexualmente de meninos ou meninas. O Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não preveem redução de pena ou da gravidade do delito se for comprovado que o abusador é pedófilo.
Violência Sexual: a violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é uma violação dos direitos sexuais porque abusa e/ou explora do corpo e da sexualidade de garotas e garotos. Ela pode ocorrer de duas formas: abuso sexual e exploração sexual (turismo sexual, pornografia, tráfico e prostituição).
Abuso sexual: nem todo pedófilo é abusador, nem todo abusador é pedófilo. Abusador é quem comete a violência sexual, independentemente de qualquer transtorno de personalidade, se aproveitando da relação familiar (pais, padrastos, primos, etc.), de proximidade social (vizinhos, professores, religiosos etc.), ou da vantagem etária e econômica.
Exploração sexual: é a forma de crime sexual contra crianças e adolescentes conseguido por meio de pagamento ou troca. A exploração sexual pode envolver, além do próprio agressor, o aliciador, intermediário que se beneficia comercialmente do abuso. A exploração sexual pode acontecer de quatro formas: em redes de prostituição, de tráfico de pessoas, pornografia e turismo sexual.
Atualmente, o termo é usado de forma corrente para qualquer referência a ato sexual com crianças e adolescentes, desde a fantasia e o desejo enrustidos até a exploração comercial, passando pela pornografia infantil e a realização de programas com crianças e adolescentes. O assédio, a pornografia, o abuso, o programa e a exploração comercial estão tipificados na legislação penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O uso comum, no entanto, confunde crime com doença.
Não se pode, por exemplo, fazer uma lei contra a cleptomania (o impulso doentio de roubar), mas a lei prevê punições para roubos e furtos. Da mesma forma, não é possível punir a pedofilia (o desejo), porém a lei estabelece pena para a prática de violência sexual, diza o diretor-presidente da SaferNet Brasil (organização não governamental que desenvolve pesquisas e ações de combate à pornografia infantil na internet), Thiago Tavares.
A coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Leila Paiva, afirma que a pedofilia deve ser vista como uma doença, um problema na área de saúde. "Não significa que o pedófilo é criminoso", diz.
"Confunde-se muito o crime de abuso sexual com a pedofilia. A pedofilia é um diagnóstico clínico, não é um diagnóstico de atos de crimes. O sujeito pode ser um pedófilo e nunca chegar a encostar a mão em uma criança", afirma a psicóloga Karen Michel Esber.
Ex-coordenadora do Programa de Atendimento ao Autor de Violência à Sexualidade de Goiânia, a psicóloga chama a atenção para o risco de confusão no senso comum. "Da mesma forma que é possível que um pedófilo não pratique qualquer abuso sexual, os que efetivamente cometeram abuso sexual podem não se enquadrar no diagnóstico da pedofilia", diz.
Para Maria Luiza Moura Oliveira, psicóloga social do mesmo programa, há uma "pedofilização" dos abusos cometidos contra menores. "O abusador sexual não é necessariamente pedófilo. A doença não traduz toda a relação de violação de direitos contra as crianças. A pedofilia é um pedaço da história. Acontece independentemente de ter pedofilia ou não", afirma.
A historiadora e socióloga Adriana Miranda, que participou por mais de dois anos de um projeto de pesquisa e extensão da Universidade Federal de Roraima sobre violência sexual contra crianças e adolescentes, afirma que a pessoa que se diz pedófila em julgamento pode fazer isso como estratégia de defesa. "Isso, no entanto, não impede que a pessoa tenha que ser punida", diz.
O secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Benedito Rodrigues dos Santos, também tem essa preocupação. "Há uma tendência em transformar todos os casos de pedofilia em doença mental. Eu quero alertar para o perigo disso. Muitos são conscientes e muitos têm problema. É preciso distinguir uma coisa da outra na hora de estabelecer a responsabilização", afirma.
Para a médica psiquiatra Lia Rodrigues Lopes, do Hospital Universitário de Brasília, mesmo que a pedofilia seja considerada doença, há entendimento de que o problema não impede que "a pessoa tenha discernimento quanto ao certo e ao errado e que, portanto, possa tomar medidas para prevenir esse comportamento".
Entenda a diferença:
Pedofilia: consta na Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) e diz respeito aos transtornos de personalidade causados pela preferência sexual por crianças e adolescentes. O pedófilo não necessariamente pratica o ato de abusar sexualmente de meninos ou meninas. O Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não preveem redução de pena ou da gravidade do delito se for comprovado que o abusador é pedófilo.
Violência Sexual: a violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é uma violação dos direitos sexuais porque abusa e/ou explora do corpo e da sexualidade de garotas e garotos. Ela pode ocorrer de duas formas: abuso sexual e exploração sexual (turismo sexual, pornografia, tráfico e prostituição).
Abuso sexual: nem todo pedófilo é abusador, nem todo abusador é pedófilo. Abusador é quem comete a violência sexual, independentemente de qualquer transtorno de personalidade, se aproveitando da relação familiar (pais, padrastos, primos, etc.), de proximidade social (vizinhos, professores, religiosos etc.), ou da vantagem etária e econômica.
Exploração sexual: é a forma de crime sexual contra crianças e adolescentes conseguido por meio de pagamento ou troca. A exploração sexual pode envolver, além do próprio agressor, o aliciador, intermediário que se beneficia comercialmente do abuso. A exploração sexual pode acontecer de quatro formas: em redes de prostituição, de tráfico de pessoas, pornografia e turismo sexual.
Fonte: Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
ENCONTRO COM O GRUPO GESTOR JUVENIL -GGJ - TRABALHO DE PESQUISA E POSTADOS POR JANAÍNA E VITÓRIA - INTEGRANTES DO GRUPO.
A
Cocaína
A
cocaína é um tipo de droga que surge através de uma planta chamada
coca, encontrada na América Central e na América do Sul, suas
folhas são prensadas em ácido sulfúrico, querosene ou gasolina
depois é transformada em pó branco que pode ser aspirada ou
dissolvida em água e depois injetada. Já a pasta é fumada em
cachimbo sendo chamada de Crack quem usa tende a querer usar
novamente, mais uma vez e assim sucessivamente.
Os
efeitos e consequências do uso continuo da cocaína é letal suas
consequências são desastrosas sobre a vida do usuários promovendo
prejuízos em suas mais diversas áreas de funcionamento:Depressão
intensa com risco de suicídio, desmotivação, sonolência,
irritabilidade crônica, ataques de panico e psicose paranóide, no
caso de mulheres que usam cocaína e engravidam seus bebês correm o
risco de nascerem natimortos, com mau formações ou comprometimento
neurológicos.
Quando
o usuário tende a romper com a droga é difícil já que ele tende
a se sente deprimido, irritado, por falta da droga se ele realmente
quer se livrar do vicio é necessário ajuda medica
Olha,
vou expôr meu caso a vocês, hoje tenho 25 anos, quando tinha até
meus 23 eu era super certinho, inteligente, melhor aluno, motorista
responsável, só consumia áalcool se não fosse dirigir, era
ecologicamente corretíssimo, enfim, um filho, primo, amigo, etc,
exemplo para todos. O menino de ouro da família. Eu me casei aos 20
anos e feliz ou infelizmente, cerca de 1 mês de completar 23 me
divorciei. O casamento já estava em crise a algum tempo, eu havia
começado a beber
compulsivamente e a fumar também, mas nada de drogas
(usei 1 vez maconha
por volta dos 15, mas detestei e nunca mais cheguei perto, e cocaína
uma vez aos 18, mas também não me interessei mais). Cai numa série
de crises, transtornos e patologias psico-mentais. Comecei a fazer
terapia 2 vezes por semana e psiquiatra 1 por mês, e passei a fazer
uso de psicotrópicos (dos quais sou dependente até hoje). Eu tentei
o suicídio 9 vezes, com comprimidos, com intoxicação
alcóolica, cortando os pulsos, me enforcando, cortando o pescoço,
vedando a cozinha e liberando o gás do forno para me intoxicar até
a morte. Sempre aconteceu algum ato inesperado de alguém conseguir
me achar a tempo e me salvar... Mas os traumas, os danos e as
cicatrizes ficaram, e hoje é impossível esconder das pessoas,
que sempre perguntam ao verem. Os médicos sempre disseram que os
danos cerebrais eram pequenos e reversíveis, mas eu sei que não é
verdade, perdi muito da minha capacidade de memória e de raciocínio
rápido, e as vezes não sinto partes do corpo. Mas, enfim, depois do
último, minha mãe e eu decidimos mudar de psiquiatra e fomos a um
mais jovem e com horário extremamente concorrido. Mas esperei e fui.
E ele realmente foi/é excelente, mudou e reduziu minha medicação e
eu deixei de ser um zumbi pelo mundo e voltei a viver e construimos
um laço de confiança muito forte. Nesta época minha vida social
estava uma bagunça, eu estava numa onda de "não se pode ter
preconceito de nada, nem de ninguém" então bebia como um louco
com os amigos e depois, no final da noite ia me encontrar com
travestis, prostitutas, garotas de programas e mendigos. E foi aí
que eu passei a usar cocaina. Primeiro, recreativamente, dividia um e
ficava semanas sem usar. Até me tornar dependente, usar 3-5 por dia,
todo dia, sempre arrumando uma desculpa: ah me dá mais ânimo para
trabalhar, ou para ir à faculdade. Até que fiquei em pânico e
falei com meu médico e com meus pais e amigos, e todo mundo me
ajudou muito. Mas é aquilo, o esforço tem que ser seu. E uma coisa
que li acima, que para mim é pura verdade: você não pode é pegar
a primeira. Senão, vem 10 depois. Se você resistir à primeira, a
vontade passa. Hoje estou há três meses sem. As vezes dá vontade
sim, mas é o que falei, eu resisto à primeira! Espero ter ajudado
alguém com minha história, abraços e força pessoal!
Enviado
por DEBORAH, 05/27/2012 no site http://adroga.casadia.org/drogas/cocaina-crack/quais-consequeencias-uso-continuado-cronico-cocaina.htm
Morada
Nova-CE
29/06/12
Janaina
Mendes
Victória
Kévynna
ENCONTRO DO GRUPO GESTOR JUVENIL - TRABALHO DE PESQUISA E POSTADO POR DANILO E RAVENNA - INTEGRANTES DO GRUPO
Falando
sobre a maconha
O
que é maconha
são
flores e folhas secas da planta cannabis
sativa
.
Os
cigarros são chamados de: erva,pacau,baseado,charão,fininho ou
finório.
Que
mal a maconha faz para a saúde
bronquite,asma,faringite,enfisema
e câncer.
Diminui
a imunidade,aumentando a chance de ocorrerem infecções.
QUANDO
SE DESCOBRE UM AMIGO
USUÁRIO
DE DROGAS
O
usuário não deve sentir-se abandonado por amigos ou familiares,
pois ficará mais próximo da droga. Ele deve ser motivado a procurar
ajuda especializada, pois os tratamentos trazem melhores resultados
naquelas pessoas que querem ser ajudadas.
Autores: Danilo Lima Evangelista - C.E.B.C.J.E.C
Ravenna
andrade - Tancredo de Almeida
Neves
fonte
de pesquisa:psicoativas.ufcspa.edu.br\maconha.htme
Morada Nova ce 29\06\12
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