Os Protagonistas do SPE em Morada Nova
7 de Setembro 2010
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Como saber se uma pessoa próxima está usando crack
Como saber se uma pessoa próxima está usando crack
É comum ainda que o usuário tenha insônia enquanto está sob o efeito do crack, assim como sonolência nos períodos sem a droga. “Os períodos utilizando a droga prolongam-se e os usuários começam a ficar períodos maiores fora de casa, gastando, em média, três dias e noites inteiros destinados ao consumo do crack. Neste contexto, atividades como alimentação, higiene pessoal e sono são completamente abandonadas, comprometendo gravemente o estado físico do usuário”, afirma o psiquiatra Felix Kessler.
Sinais físicos como queimaduras e bolhas no rosto, lábios, dedos e mãos podem ser sinais do uso da droga, em função da alta temperatura que a queima da pedra requer. “Também se notam em alguns casos sintomas como flatulência, diarréia, vômitos, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, além de contrações musculares involuntárias e problemas na gengiva e nos dentes”, aponta Fátima Sudbrack, coordenadora do Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas (Prodequi) da Universidade de Brasília (UnB).
Comportamento
Falta de atenção e concentração são sintomas comuns, que levam o usuário de crack a deixar de cumprir atividades rotineiras, como freqüentar trabalho e escola ou conviver com a família e amigos. “O dependente apresenta algumas atitudes características, como mentir e ter dificuldades de estabelecer e manter relações afetivas. Muitas vezes apresenta comportamentos atípicos e repetitivos, como abrir e fechar portas e janelas ou apagar e acender luzes”, afirma Laura Fracasso, psicóloga da Instituição Padre Haroldo.O usuário de crack também pode experimentar alucinações, sensações de perseguição (paranóia) e episódios de ansiedade que podem culminar em ataques de pânico, por exemplo. Isolamento e conflitos familiares são comuns. O dependente pode, ainda, passar a furtar objetos de valor de sua própria casa ou trabalho para comprar e consumir a droga. “O humor pode ficar desequilibrado em função do uso ou falta da droga. O usuário alterna entre estados de apatia e agitação”, diz Fátima Sudbrack.
http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/efeitos-e-consequencias/sinais-de-dependencia
A Droga
Composição e ação no organismo
— registrado em: cigarro, cocaína, ação no organismo, composição química do crack, cachimbo, maconha, tráfico, pedra de crack, mesclado

A chegada do crack ao sistema nervoso central leva, em média, de oito a 15 segundos. A ação da droga no cérebro dura entre cinco e dez minutos Crédito da imagem: TEK IMAGE/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Latinstock
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Composição química
O crack é obtido a partir da mistura da pasta-base de coca ou cocaína refinada (feita com folhas da planta Erythroxylum coca), com bicarbonato de sódio e água. Quando aquecido a mais de 100ºC, o composto passa por um processo de decantação, em que as substâncias líquidas e sólidas são separadas. O resfriamento da porção sólida gera a pedra de crack, que concentra os princípios ativos da cocaína.
Segundo o químico e perito criminal da Polícia Federal (PF) Adriano Maldaner o nome ‘crack’ vem do barulho que as pedras fazem ao serem queimadas durante o uso. “A diferença entre a cocaína em pó e o crack é apenas a forma de uso, mas o princípio ativo é o mesmo”, afirma Maldaner.
Por ser produzido de maneira clandestina e sem qualquer tipo de controle, há diferença no nível de pureza do crack, que também pode conter outros tipos de substâncias tóxicas - cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica são comuns. “A pureza vai depender do valor pago na matéria-prima pelo produtor. Se a cocaína for cara, é misturada com outras substâncias, para render mais. Se for de uma qualidade inferior, pouca coisa ou nada é adicionado”, diz Maldaner.
Forma de uso e ação no organismo
O crack geralmente é fumado com cachimbos improvisados, feitos de latas de alumínio e tubos de PVC (policloreto de vinila), que permitem a aspiração de grande quantidade de fumaça. A pedra, geralmente com menos de 1 grama, também pode ser quebrada em pequenos pedaços e misturada a cigarros de tabaco ou maconha – o chamado mesclado, pitico ou basuco. “Ao aquecer a pedra, ela se funde e vira gás, que depois de inalado é absorvido pelos alvéolos pulmonares e chega rapidamente à corrente sanguínea”, conta Maldaner. Enquanto a cocaína em pó leva cerca 15 minutos para chegar ao cérebro e fazer efeito depois de aspirada, a chegada do crack ao sistema nervoso central é quase imediata: de 8 a 15 segundos, em média.
A ação do crack no cérebro dura entre cinco e dez minutos, período em que é potencializada a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina e noradrenalina. “O efeito imediato inclui sintomas como euforia, agitação, sensação de prazer, irritabilidade, alterações da percepção e do pensamento, assim como alterações cardiovasculares e motoras, como taquicardia e tremores”, explica o psiquiatra Felix Kessler, do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Crack Efeitos e Consequências
Efeitos e Consequências
Neurológicos e psicológicos
A literatura científica sobre os efeitos neurológicos e psicológicos do crack demonstra que a droga pode causar danos às funções mentais, com prejuízos à memória, atenção e concentração. Segundo o pesquisador Felix Kessler, do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é muito comum o desenvolvimento e agravamento da impulsividade, o que leva os indivíduos a fazerem escolhas mais imediatistas, sem avaliar as conseqüências para o futuro. "Em muitos casos, dependendo da predisposição genética, os indivíduos desenvolvem sintomas psiquiátricos, psicóticos e ansiosos, como depressão, delírios e ataques de pânico", diz o especialista.
O psiquiatra afirma, ainda, que o uso da droga pode provocar transtorno bipolar, resultado do mecanismo de rápida e intensa euforia, logo após o uso da droga, que logo é substituída pela depressão, quando o usuário está em abstinência. “Os danos causados tendem a persistir por meses e até anos depois que o individuo deixou a droga. Já os sintomas psiquiátricos podem desaparecer com mais facilidade, exceto para os indivíduos que tenham predisposição para esse tipo de doença.”
http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/efeitos-e-consequencias/neurologicos-e-psicologicos
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Abuso de álcool e dependência
Beber pode ser um ato de prazer e integração social. Estudos populacionais em indivíduos de meia-idade revelam vários efeitos positivos do consumo moderado do álcool. Para indivíduos com fatores de risco para infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (tabagismo, hipertensão, colesterol elevado etc.), sugere-se mesmo o consumo de dois cálices de vinho tinto para homens e um para mulheres que já tenham o hábito de ingerir bebidas alcoólicas. A sugestão visa a reduzir o risco destas complicações cardiovasculares.
Há, porém, uma grande diferença entre tomar um ou dois copos de cerveja ou vinho de vez em quando e beber, mesmo ocasionalmente, doses maiores. Pelo menos 25% dos brasileiros consomem bebida de modo exagerado, segundo estudo ainda inédito patrocinado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). Afinal, quanto ou quando é demais?
Epidemiologia
O padrão de consumo de álcool tem aumentado no mundo ocidental e seu efeito negativo sobre a saúde é motivo de preocupação, especialmente por conta dos jovens, que bebem cada vez mais e mais cedo. De acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) entre estudantes do 1º e 2º graus de dez capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65% dos entrevistados. A incidência do alcoolismo é maior entre os mais jovens, especialmente na faixa etária dos 18 aos 29 anos.
A Secretaria Nacional Antidrogas divulgou dados de 2005, com base nos quais estima que 12,3% da população entre 12 e 65 anos pode ser considerada dependente de álcool. As principais causas de mortalidade entre adolescentes e adultos jovens (até 40 anos de idade) no Brasil são as externas (acidentes, homicídios, suicídios), que correspondem a até 65% do total. Qualquer dose de bebida alcoólica, por menor que seja, aumenta o risco de morte nessa população. E isso numa relação dose dependente, ou seja, quanto maior a dose, maior o risco.
Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, o álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito (2006) e 70% das mortes violentas (laudos cadavéricos). Além de morte, violência e comportamento sexual irresponsável, o uso abusivo do álcool tornou-se um grande problema social, na medida em que provoca desintegração familiar, e econômico, como causa de acidentes de trabalho e desemprego.
Efeitos do álcool sobre a saúde
Mesmo sem dependência do álcool, o consumo freqüente e em doses excessivas de bebidas alcoólicas comprovadamente aumenta o risco de doenças do fígado (hepatite alcoólica e cirrose), pancreatite crônica, hipertensão, acidente vascular cerebral hemorrágico, transtornos do sono, depressão e câncer em vários órgãos.
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central e age sobre seis neurotransmissores. Seu consumo crônico acarreta mudanças estruturais no cérebro, inclusive redução do volume cerebral. Alterações neuroquímicas são responsáveis pelos quadros de blackout ou amnésia alcoólica, que podem acometer mesmo bebedores ocasionais e que caracterizam-se por amnésia que pode durar horas, sem perda de consciência da realidade.
Além dos efeitos de intoxicação aguda, o comportamento de beber grandes quantidades esporadicamente pode ser causa de alterações cognitivas permanentes, como deficiência em memória e aprendizado, tanto mais graves quanto mais jovem o indivíduo.
Dosagem de álcool
A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica o consumo de álcool como doença quando sua ingestão diária atinge 60 gramas (ver tabela 1 e quadro 2 para calcular a ingestão de álcool em gramas conforme o tipo de bebida). Em relação a cirrose, por exemplo, observou-se em alguns estudos que um homem deve beber em média 80 gramas de álcool (40 g para mulheres) por semana por 10 a 12 anos, para desenvolver a doença. Em outras avaliações, as doses foram menores.
Existem vários outros parâmetros. Em um deles, o bebedor pesado é o homem que ingere cinco ou mais drinques em um dia (ou quinze por semana) e a mulher que ingere quatro ou mais drinques em um dia (ou oito por semana). Esse hábito implica em risco aumentado para doenças relacionadas ao álcool.
Outra definição de beber exageradamente considera o consumo de cinco ou mais drinques consecutivos para homens e quatro para mulheres em pelo menos uma ocasião nas últimas duas semanas. Para outros, são aplicados estes mesmos parâmetros independente de tempo decorrido.
Para manter-se abaixo do limite legal de alcoolemia para dirigir, a ingestão de álcool média não deve ultrapassar dois copos de cerveja ou cálices de vinho ou uma dose de destilado (ver tabela 2).
Mesmo sendo importante a quantidade do álcool ingerido, variabilidades individuais (metabolização hepática, peso, idade, sexo) tornam este parâmetro muito variável. Sendo assim, para definir uma pessoa como consumidora abusiva de álcool ou dependente é mais significativo analisar o impacto do álcool em sua vida.
Abuso de álcool
Vários fatores (ambiente social, saúde emocional, predisposição genética) contribuem para que o uso de álcool se torne alcoolismo. As pessoas capazes de resistir ao efeito embriagante do álcool, estatisticamente, apresentam maior tendência a se tornarem dependentes.
O abuso é caracterizado por um padrão mal adaptado de uso do álcool que leva a um sério prejuízo ou sofrimento clinicamente significativo. Segundo a Associação Psiquiátrica Americana para Abuso de Álcool, o doente deve manifestar um ou mais dos critérios abaixo em 12 meses.
| - | Uso recorrente do álcool resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes relativas a seu papel no trabalho, na escola ou em casa |
| - | Uso recorrente do álcool em situações nas quais há perigo físico, por exemplo, quando se dirige um automóvel |
| - | Problemas legais relacionados ao uso do álcool |
| - | Persistência no uso da substância, apesar dos problemas sociais ou interpessoais recorrentes causados ou exacerbados pelos efeitos do álcool |
Vários instrumentos padronizados e validados, como os questionários CAGE e AUDIT (Alcohol Use Disorders Identification Test) são úteis na identificação de consumo danoso de álcool.
Síndrome de Dependência Alcoólica
Critérios da Associação Psiquiátrica Americana para Dependência ao álcool:
| - | Tolerância (necessidade de doses cada vez maiores da droga para obter os mesmos efeitos das doses iniciais) |
| - | Síndrome de abstinência |
| - | A substância é freqüentemente usada em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o desejado |
| - | Existe um desejo persistente ou esforços mal-sucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso da substância |
| - | Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção da substância, na utilização da mesma ou a recuperação dos seus efeitos |
| - | Importantes atividades sociais, ocupacionais ou recreativos são abandonados em função do uso do álcool |
| - | O uso da substância continua, apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente |
Tratamento
Sendo observado um padrão de abuso de álcool, é desejável, além de reduzir a ingestão de álcool para limites seguros, avaliação especializada, visto que a prevalência de transtornos de ansiedade, depressivos e outros comportamentos abusivos parecem ser mais prevalentes nestes indivíduos. A negação e o receio de ser estigmatizado são os principais empecilhos em procurar auxílio.
O tratamento do alcoolismo passa por desintoxicação sob supervisão médica, para tratamento das manifestações da síndrome de abstinência do álcool e, a seguir, reabilitação, como psicoterapia ou grupos de apoio (Alcoólicos Anônimos), já que estes indivíduos não podem mais ingerir álcool. A associação de abordagem comportamental e farmacológica é o tratamento mais efetivo.
O acompanhamento destes pacientes mostra que são freqüentes múltiplos episódios de recaída até que se atinja abstinência definitiva.
Informações
O Viva Voz (0800 510 0015), serviço desenvolvido pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), é uma central telefônica aberta à população em geral, com orientações sobre drogas lícitas e ilícitas e, inclusive, informações sobre os recursos disponíveis na comunidade para quem precisa de tratamento. Visite o site.
Referências
| - | Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Associação Brasileira de Psiquiatria.Projeto Diretrizes : abuso e dependência do álcool: 2002. |
| - | American Psychiatric Association (APA).Diagnostic and Stastistical Manual of MentalDisorders (DSM-IV). Washington: American Psychiatric Association,1994. |
| - | Binge drinking, cognitive performance and mood in a population of young social drinkers.Alcohol Clin Exp Res. 2005; 29(3):317-25 |
| - | Helping Patients Who Drink Too Much: A Clinicians Guide From National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA ). |
| - | http://www.hepcentro.com.br/alcoolismo.htm |
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Saúde do Adolescente e do Jovem
| Drogas Faz parte da adolescência a busca por novas experiências e sensações. Aí entra também a curiosidade pelo uso das drogas, tanto as lícitas, quanto as ilegais. Se você é adolescente, é importante estar informado quanto aos riscos relacionados ao consumo de álcool e outras drogas. Veja: Álcool – Embora o Estatuto da Criança e do Adolescente proíba a venda de qualquer tipo de bebida alcoólica para menores de 18 anos; entre os jovens de 12 a 17 anos a taxa de dependentes de álcool é de 7%. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e financiada pelo Ministério da Saúde, mostrou que 27% dos estudantes haviam bebido no último mês. Riscos – A bebida pode agir como estimulante em uma primeira fase e deixa a pessoa desinibida e eufórica, mas à medida que as doses aumentam, começam a surgir os efeitos depressores, que levam a diminuição da coordenação motora, dos reflexos e sono. O uso prolongado pode causar alcoolismo, cirrose e câncer no fígado. No comportamento, provoca agressividade. É importante ressaltar que o consumo de álcool pode trazer prejuízos ao corpo do adolescente, ainda em formação. Além disto, pode aumentar a vulnerabilidade para infecções sexualmente transmissíveis, pela ausência do uso de preservativo nas relações; violência e acidentes. Tabagismo – A produção do cigarro é um processo que leva a adição de vários produtos e processos químicos. Vários componentes do cigarro podem provocar câncer, tais como a amônia, a acetona, o monóxido de carbono. Resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE - 2009), elaborada pelo IBGE e financiada pelo Ministério da Saúde revelam que quase 76% dos estudantes brasileiros nunca experimentaram o cigarro. Riscos – O cigarro costuma provocar doenças a longo prazo. Dentre elas estão o câncer de pulmão, de faringe, de boca, além de problemas cardíacos, circulatórios e pulmonares. Inalantes – São produtos industriais combustíveis ou de limpeza inalados com o propósito de sentir algum barato. Em poucos segundos podem provocar euforia e fantasias, mas os efeitos desaparecem rapidamente. Geralmente é usado por adolescentes em situação de rua. Exemplos: Solventes, Gases, Éter, clorofórmio. Riscos – Danos ao fígado, rins, perda de peso, ferimentos no nariz e boca. Em usuários crônicos pode causar danos irreversíveis ao cérebro e até morte. Maconha –É o nome popular da planta Cannabis sativa. Esta droga, se fumada em pequenas doses pode alterar a percepção do indíviduo quanto ao gosto, tato, olfato e tempo. Riscos do uso – prejudica a memória, diminui os reflexos, pode causar problemas no aparelho respiratório e aumenta as chances de desenvolver câncer de pulmão. Cocaína – Substância extraída das folhas da coca que provoca nos usuários a sensação de alerta, euforia, auto-confiança; mas também pode provocar sensação de perseguição, ansiedade, isolamento, pânico e agressividade. Diminui o sono, cansaço e apetite. Riscos do uso – Quando usada altera as batidas do coração, a pressão arterial e a temperatura. Quando injetada na veia, a overdose desta droga pode levar a morte por depressão, convulsão e falência cardíaca. O uso compartilhado de seringas pode trazer doenças como a AIDS e hepatites. Ecstasy – Droga sintética que provoca modificação na percepção dos sons e imagens. Riscos do uso – Aumento da temperatura corporal e desidratação, esgotamento físico e morte súbita. Uso repetido pode gerar ansiedade, medo, pânico e delírios. Crack – É uma droga proveniente das sobras do refino da cocaína, que pode gerar dependência rapidamente. Em poucos segundos ela atinge o sistema nervoso e produz agitação e euforia. Logo mais, vem a depressão. Conseqüências do uso: Perda de apetite, perda de peso e desnutrição, insônia, rachaduras nos lábios e gengivas, tosse e problemas respiratórios, problemas cardíacos, depressão e sentimento de perseguição. *Em caso de dependência de qualquer uma dessas drogas: Procure os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) infantil e adolescente ou o CAPS I ou CAPS II, CAPS III, ou ainda álcool e outras drogas. O Sistema Único de Saúde oferece ainda: programas de redução de danos, atenção básica, internação e consultórios de rua. Fonte: Série Por dentro do Assunto - Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) e Ciência Hoje na Escola, volume 13 – Conversando sobre a Saúde com Adolescentes. |
Vida Saudável
Para algumas pessoas, vida saudável é simplesmente evitar doenças. Na verdade o conceito é muito mais amplo, vai muito além. Hoje já sabemos que vários fatores influenciam a saúde, como: o relacionamento no meio familiar e no trabalho, o local em que se vive, o estado emocional e até mesmo o estado espiritual da pessoal. Se tudo isso não estiver harmônico, o indivíduo fica doente com mais facilidade. Portanto, para uma vida saudável é necessário encontrar um ponto de equilíbrio e, esse ponto é obtido com os valores do bem-estar físico, mental, social e espiritual.
Bem-estar significa a pessoa estar bem consigo mesma. Essa sensação depende de muitos fatores. A predisposição genética de cada pessoa é um desses fatores, além do ambiente em que se vive, dos cuidados que se tem com a saúde e da disposição psicológica para enfrentar a vida.
Para que a pessoa possa ter um bem-estar físico, é necessário aprender como prevenir doenças, quais os hábitos saudáveis que devem ser praticados, ter um sono adequado e disposição para exercícios físicos. É importante aprender a preparar o básico de pratos nutritivos com alimentos saudáveis e os hábitos e horários corretos da boa alimentação e não menos importante, a boa mastigação e a etiqueta.
O bem-estar mental pode ser obtido pelo equilíbrio emocional e o bom convívio familiar. O estresse, a depressão, o nervosismo e principalmente a ira, bloqueiam o sistema imunológico, diminuindo a defesa contra doenças. O laser é parte fundamental no processo do bem-estar mental.
O bem-estar social é alcançado com moradia adequada, acesso a tratamento de saúde, senso de segurança pessoal, condições de trabalho e renda satisfatórios
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